domingo, 8 de julho de 2012

SÃO CRSTOVÃO F.R.- TREINAMENTO DE FORÇA

 
O treinamento de força é um dos tópicos de preparação física que receberam maior atenção nos últimos anos. Hoje praticamente todas as equipes realizam sessões de treinamento de força ao longo da semana. Além de aprimorar o rendimento este tipo de treinamento ajuda a  prevenir lesões.
Existem vários exercícios e metodologias de treinamento para o desenvolvimento das capacidades de força e potência. Então para um treino eficiente é necessário escolher os exercícios e formas de treinamento mais apropriadas com a modalidade (especificidade) e com suas condições de trabalho.
Neste post  apresenta o treinamento de força no futebol. O primeiro, de LUCIANO SOUSA que mostra um tipo de organização de treinamento de força ao longo da temporada. Os exercícios de força em três tipos: força de base, força coordenação e força específica para o futebol. Durante este treino é descrito como são realizados e organizados os exercícios e realizado. A capacidade de força e potência com treinamento de força em equipes de futebol de alto nível. É interessante notar o aumento de desempenho semanas depois do bloco de treinamento.
Treinamento de força é importante para jogadores de futebol. Os elementos básicos de velocidade, mobilidade e resistência são todas funções de força muscular. De acordo com o President's Council (Conselho do Diretivo) de Physical Fitness and Sports (Preparo Físico e Esportes), melhorias na resistência muscular absoluta, habilidade motora e habilidades atléticas estão diretamente associadas com uma força muscular individual.
Treinamento de força para futebol normalmente tem dois propósitos.
  1. Melhorar a força em geral
  2. Desenvolver equilíbrio muscular e prevenir danos ao atleta.
A corrida no futebol requer energia anaeróbica significativa, que está diretamente relacionada à força muscular. Então, um músculo com mais força pode responder melhor a desafios de corrida sem incorrer em extrema fadiga e requerendo um longo período de recuperação. Basicamente, treinamento de força melhora a habilidade do atleta de correr rápido e produz energia anaeróbica. Jogadores de futebol precisam ser capazes de correr rápido, algumas vezes muito rápido.
A rotina básica de treinamento de força que se segue pode ser executada dentro e fora da sala de musculação e facilmente incorporada ao programa de treinamento do atleta. 
fonte:Special Olympcis-América Latina-2012








contato: email:lucianofisiol@gmail.com
               facebook: luciano sousa luciaosousa


sábado, 7 de julho de 2012

Frequência cardíaca ou ritmo cardíaco

Frequência cardíaca ou ritmo cardíaco é o número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm).

Medição Manual

Medição manual dos batimentos cardíacos pelo pulso.
A frequência cardíaca pode ser mensurada, de forma manual, em qualquer lugar do corpo onde pode ser detectada a pulsação arterial. Nestes locais existem artérias que transmitem o pulso para superfície da pele. Podemos medir a frequência da pulsação arterial pressionando estes locais com os dedos indicador e médio e, frequêntemente, as artérias também são comprimidas contra tecidos subjacentes como ossos, por exemplo. Esta medição não deve ser efetuada com o dedo polegar, pois sua forte pulsação arterial pode interferir na correta percepção do pulso aferido.
Como a unidade da frequência cardíaca é bpm, a contagem da pulsação arterial deve ser realizada acompanhando e contanto os pulsos de um minuto completo. Outra forma de realizar a contagem é acompanha-la por 30 segundos e multiplicar o resultado por 2, ou acompanhar a contagem por 15 segundos e multiplicar o resultado por 4, e assim por diante. Exemplo: acompanhando a pulsação arterial por 15 segundos contamos 21 pulsos, neste caso efetuamos o cálculo de 21x4 e encontramos o valor de 84 bpm. Acompanhando a pulsação arterial por um tempo menor do que 1 minuto podemos multiplicar erros de contagem se, por exemplo, em vez de contarmos 21 pulsos tivéssemos contado 2 pulsos a mais ou a menos, teríamos uma diferença de 8 bpm. Este erro agrava-se quanto menor for o tempo de acompanhamento.

Monitores cardíacos

Exemplo de monitor       cardíaco. A fita é colocada na região torácica e, o monitor, no pulso.
Uma forma prática de acompanhar frequência cardíaca em exercício é por meio de monitores cardíacos de pulso, atualmente bastante difundidos entre atletas amadores e profissionais pelo baixo custo do equipamento e facilidade de uso da frequência cardíaca para controlar a intensidade de treinamentos cardiorrespiratórios.
Este tipo de equipamento consiste de um aparelho monitor, parecido com um relógio, que é colocado no pulso. Outra parte do equipamento é uma fita elástica, com eletrodos, que é colocada na região torácica e consegue captar a atividade elétrica do coração. A informação captada pelos eletrodos é transmitida para o monitor no pulso onde frequência cardíaca é visualizada em tempo real. No entanto, estes equipamentos são eficientes apenas durante esforços físicos.

Eletrocardiograma

Exemplo de eletrocardiograma.
 
O método mais preciso de mensuração da frequência cardíaca é o eletrocardiograma, também chamado de ECG. É um teste clínico, não invasivo, e consiste da fixação de eletrodos que captam a atividade elétrica do coração. Esta informação é impressa em papel milimetrado onde podem ser observados os padrões de contração do músculo cardíaco. Este exame pode detectar muitas disfunções cardíacas.[carece de fontes]

Basal, Repouso e Reserva

A frequência cardíaca basal (FCbasal) é a frequência cardíaca mensura em completo repouso, logo após acordar pela manhã e deve ser tomada em decúbito dorso-horizontal (deitado de costas).[1] No esporte esta variável fisiológica pode dar pistas sobre a qualidade da recuperação pós treino.
A frequência cardíaca de repouso (FCrepouso) é a frequência cardíaca mensurada em um indivíduo em repouso (de pelo menos 5 minutos), deitado mas acordado, sem ter exercitado-se antes. Nestas condições a frequência cardíaca é de aproximadamente 60 a 80 batimentos por minuto.[2]
A frequência cardíaca de reserva (FCreserva) é a difirença entre a frequencia cardíaca máxima e a frequência cardíaca de repouso.
FCreserva = FCmax - FCrepouso

Máxima

A frequência cardíaca máxima (FCmax) é a maior frequência cardíaca possível de ser atingida em esforço, para um determinado indivíduo. O incremento da carga durante um exercício físico aumenta, de forma proporcional, a frequência cardíaca do indivíduo até que esta chegue a um valor máximo, que não pode ser ultrapassado por incrementos na carga e nem por adaptações ao treinamento.[3]
Elas são duas variáveis , uma simples e outra composta,amplamente utilizada em razão da ctrl c ctrl Uma definição precisa de força levando em conta os seus aspectos físicos e psíquicos representa uma grande dificuldade, uma vez que o tipo de força, o trabalho muscular, os diferentes caracteres do trabalho muscular são influenciados por muitos fatores . (WEINECK, 1999)
O termo força pode ser bastante ambíguo em vários dicionários a palavra é definida como “saúde física”, “robustez”, “vigor”, termos que não expressam de forma clara sua manifestação nos esportes e nas atividades físicas . Na verdade força é bastante difícil de definir, pois ela aparece referenciada a várias arcas científicas e com conceituações diferentes em cada área.facilidade e praticidade de sua mensuração e é utilizada para determinar respostas cardiovasculares durante o exercício e a recuperação, entre outras.
Não há evidência de que a frequência cardíaca máxima mude com o nível de condicionamento aeróbico do indivíduo. Mas há um decréscimo substancial com o decorrer da idade.[4]
A FCmax pode ser obtida com um teste de esforço máximo ou estimada por fórmulas de predição.

Teste de Esforço Máximo

Teste ergométrico em cicloergômetro.
Este tipo de teste é frequentemente realizado em esteiras ergométicas, cicloergômetros ou cicloergômetros de manivela. A escolha do equipamento é realizada conforme as limitações do paciente ou a especificidade do esporte praticado pelo atleta. Por exemplo, uma pessoa com limitação motora nos membros inferiores pode utilizar o cicloergômetro de manivela, assim como um atleta que usa predominantemente os membros superiores como um canoísta.
O teste de esforço máximo é utilizado, a priori, para encontrar outras variáveis fisiológicas, como o consumo máximo de oxigênio (VO2) ou alterações na função cardíaca.
Durante o teste, o indivíduo exercita-se enquanto é monitorado por um eletrocardiograma. A intensidade do exercício é constantemente elevada até que alguma função cardíaca alterada seja percebida ou o indivíduo chegue a exaustão. É indicado que este teste seja realizado no início de um programa de atividades físicas. Ele sempre deve ser acompanhado por um médico cardiologista.
Quando comparada, a frequência cardíaca máxima obtida por teste de esforço máximo é referida como real, enquanto a frequência cardíaca máxima obtida por fórmulas de predição é referida como estimada.
Protocolos mais conhecidos:
  • Prootcolo de Rampa;
  • Protocolo de Bruce;
  • Protocolo de Ellestad;
  • Protocolo de Naughton;
  • Protocolo de Balke.

Fórmulas

Existem pesquisas sobre a predição da FCmax por fórmulas, na literatura científica, que remontam a, pelo menos, 1938[3]. Desde então muitos trabalhos propuseram fórmulas com o mesmo objetivo, ou seja, obter a FCmax sem a necessidade da realização de testes máximos. A mais famosa de todas, "220-idade", surpreendentemente parece não ter registros de sua publicação e deriva de um estudo de 1971[3].
Algumas fórmulas extraídas de estudos científicos, por ordem cronológica de publicação:
População masculina
  • FCmax = (220 - idade)[5]
  • FCmax = 210 - (0,65 * idade)[carece de fontes]
  • FCmax = 214 - (1,02 * idade)[6]
  • FCmax = 202 - (0,72 * idade)[7]
  • FCmax = 205 – (0,687 * idade)[8]
  • FCmax = 205,8 – (0,685 * idade)[9]
  • FCmax = 199 - (0,63 * idade)[10]
  • FCmax = 200 – (0,5 * idade)[11]
  • FCmax = 205 - (0,64 * idade)[12]
  • FCmax = 211 - (0,8 * idade)[13]
  • FCmax = 207 - (0,7 * idade)[13]
  • FCmax = 208,75 – (0,73 * idade)[13]
  • FCmax = 208 - (0,7 * idade)[13]
  • FCmax = 211 - (0,64 * idade)[4]
População feminina
  • FCmax = 208,19 – (0,95 * idade)[6]
  • FCmax = 202 - (0,72 * idade)[7]
  • FCmax = 218 – (0,98 * idade)[14]
  • FCmax = 197 – (0,63 * idade)[10]
  • FCmax = 210 – (idade)[11]
  • FCmax = 206 - (0,88 * idade)[15]
Como pode ser visto, existem várias fórmulas utilizadas para estimar a FCmax, esta variedade demonstra a dificuldade de se obter uma única fórmula universal. Elas variam, principalmente, de acordo com as peculiaridades da população estudada. Estas fórmulas podem obter valores significativamente diferentes enre a FCmax real e estimada.[16] É necessária uma análise criteriosa para a seleção de uma equação junto a um determinado público específico, não podendo, assim, generalizar o emprego de uma única equação.[17]

Esporte e Exercício

Amplamente utilizada no controle da intensidade de exercícios físicos cardiorrespiratório, a frequência cardíaca é um dos métodos mais práticos para este fim, embora não seja o único (nem o mais preciso). Existem dois métodos principais para controlar a intensidade desses exercícios através da frequência cardíaca. Talvez o mais conhecido seja utilizar um valor percentual da frequência cardíaca máxima, real ou estimada.
Supondo que um indivíduo possua a FCmax = 190bpm e deseja treinar em uma intensidade de 70%.
70% FCmax = 190 x 0,7 = 133bpm
Outro método, proposto por Karvonen[18], utiliza a FCreserva da seguinte forma:
FCtreino = FCrepouso + ((FCmax - FCrepouso) x (intensidade/100)); ou
FCtreino = FCrepouso + (FCreserva x (intensidade/100)).
O American College of Sports Medicine recomenda intensidade de exercícios baseados em %FCmax, %FCreserva, ou %VO2reserva para a o desenvolvimento e a manutenção do condicionamento cardiorrespiratório.[19]

Zona de treinamento

Zonas de treinamento (fórmula de Fox and Haskell entre 20 e 70 anos). A partir da zona vermelha: VO2Max, anaeróbica, aeróbica, controle de peso e aquecimento.
De acordo com a intensidade desejada, o indivíduo ou atleta deve manter a frequência cardíaca dentro de um valor mínimo e um valor máximo durante o exercício. Esta faixa de valor chama-se zona de treinamento, ou zona alvo de treinamento. Abaixo a reprodução das zonas de treinamento do American College of Sports Medicine[19] (outas zonas de treinamento podem ser encontradas na literatura, como esta da imagem à direita):
Zonas de Treinamento
Intensidade %FCreserva %FCmax
Muito leve < 20% < 35%
Leve 20% - 39% 35% - 54%
Moderado 40% - 59% 55% - 69%
Difícil 60% - 84% 70% - 89%
Muito difícil ≥ 85% ≥ 90%
Máximo 100% 100%

Referências

  1. ↑ CARAZZATO, João Gilberto. Medicina esportiva: noções básicas para o ortopedista. Rev Bras Ortop, Vol. 28., Nº 10, Outubro 1993.
  2. ↑ POLITO, M.D.; FARINATTI, P.T.V. Respostas de frequência cardíaca, pressão arterial e duplo--produto ao exercício contra-resistência: uma revisão da literatura. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 2003, vol. 3, nº 1 [79–91]
  3. ↑ a b c ROBERGS, R.A.; LANDWEHR, R.. The surprising history of the Hrmax = “220-age” equation. JEP. 2002; 5 (2): 1-10.
  4. ↑ a b Nes, B. M., Janszky, I., Wisløff, U., Støylen, A. and Karlsen, T. (2012), Age-predicted maximal heart rate in healthy subjects: The HUNT Fitness Study. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports. doi: 10.1111/j.1600-0838.2012.01445.x
  5. ↑ FOX III, S.M.; NAUGHTON, J.P.; HASKELL, W.L. Physical activity and the prevention of coronary heart disease. Ann Clin Res 1971;3:404-432.
  6. ↑ a b RODEHEFFER, R; GERSTENBLICH, G; BECKER, L; FLEG, J; WEISFELDT, M; LAKATTA, E. Exercise cardiac output is maintained with advancing age in healthy human subjects: cardiac dilatation and increased stroke volume compensate for a diminished heart rate. Circulation. 1984;69:203-13.
  7. ↑ a b JONES, N; MAKRIDES, L; HITCHCOCK, C; CHYPCHAR, T; MACCARTNEY, N. Normal standards for an incremental progressive cycle ergometer test. Am Rev Respir Dis. 1985;131:700-8.
  8. ↑ RICARD, R; LEGER, L; MASSICOTTE, D. Validity of the “220-age formula” to predict maximal heart rate. Med Sci Sports Exerc. 1990;22 Suppl 96:a575.
  9. ↑ INBAR, O; OTEN, A; SCHEINOWITZ, M; ROTSTEIN, A; DLIN, R; CASABURI, R. Normal cardiopulmonary responses during incremental exercise in 20-70-yr-old men.NMed Sci Sports Exerc. 1994;26:538-46.
  10. ↑ a b GRAETTINGER, W; SMITH, D; NEUTEL, J; MYERS, J; FROELICHER, V; WEBER, M. Relationship of left ventricular structure to maximal heart rate during exercise. Chest. 1995;107(2):341-5.
  11. ↑ a b FERNANDEZ, E. Fisiología del aparato cardiovascular: respuestas y adaptaciones al ejercicio. En: Marqueta P, Ferrero A, editores. Fisiología del ejercicio aplicado al deporte. Aragón: Diputación General de Aragón; 1998.
  12. ↑ FERNHALL, B; MC CUBBIN, JA; PITETTI, KH; RINTALA, P; RIMMER, JH; MILLAR, AL; et al. Prediction of maximal heart rate in individuals with mental retardation. Med Sci Sports Exerc. 2001;33(10):1655-60.
  13. ↑ a b c d TANAKA, H; MONAHAN, K.D.; SEALS, D.R.. Age-predicted maximal heart rate revisited. J. Of American College of Cardiology, v.371, n.1, p.153-156,2001
  14. ↑ MILLER, W; WALACE, J; EGGERT, K. Predicting max hr and the HR-VO2 relationship for exercise prescription in obesity. Med Sci Sports Exerc. 1993;25(9):1077-81
  15. ↑ GULATI, Martha; SHAW, Leslee J.; THISTED, Ronald A.; BLACK, Henry R.; MERZ, C. Noel Bairey; ARNSDORF, Morton F.. Heart Rate Response to Exercise Stress Testing in Asymptomatic Women : The St. James Women Take Heart Project. Circulation 2010, 122:130-137
  16. ↑ BARBOSA, F.P.; OLIVEIRA, H.B.; FERNANDES P.R.; FERNANDES FILHO, J. Estudo comparativo de equações de estimativa da frequência cardíaca máxima. Fitness & Performance Journal, v.3, n.2, p.108-114, 2004.
  17. ↑ MARINS, J. C. Bouzas; SILVA, C. Diniz da; BRAGA, M. de Oliveira; CERQUEIRA, M. Santos; BANDEIRA, F. Costa. Frecuencia cardíaca máxima obtenida y predicha: estudio retrospectivo en brasileños. Rev Andal Med Deporte. 2010;3(4):146-152.
  18. ↑ KARVONEN, M; KENTALA, K; MUSTA, 0.:et al. The effect of training on heart rate. A longitudinal study. Ann Med Exp Biol Fenn 35:307-315, 1957.
  19. ↑ a b American College of Sports Medicine: American College of Sports Medicine Position Stand: the recommended quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitness, and flexibility in healthy adults. Med Sci Sports Exerc 30:975–991, 1998.

Bibliografia

  • NEGRÃO, Carlos Eduardo; BARRETO, Antônio Carlos Pereira. Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. São Paulo: Manole; 2005.







contato: email:lucianofisiol@gmail.com
               facebook: luciano sousa lucianosousa

sexta-feira, 6 de julho de 2012

FRATURAS NO FUTEBOL BRASILEIRO- PARTE II

10351 15 Fotos das piores fraturas em partidas de futebol
Apesar de ser um esporte “arte”, o futebol as vezes é coisa grave. Já vimos muitas vezes na televisão sobre as fraturas e lesões que os jogadores sofrem. Muitas vezes, são obrigados a abandonarem os gramados para sempre. Veja algumas imagens chocantes de fraturas graves em jogadores de futebol. (Imagensfortes)

 
O Santo André corre o sério risco de perder mais um jogador para a disputa do Brasileirão da Série B. O Ramalhão, após ver atletas que se destacaram no Campeonato Paulista saírem em peso do time, contratados por grandes clubes do futebol brasileiro, terá um desfalque praticamente até o final do campeonato. O atacante William sofreu grave fratura na perna direita neste sábado, na derrota por 3 a 1 para o Guaratinguetá, e precisará passar por uma cirurgia que o afastará dos gramados por um período de quatro a seis meses.
O jogador estava estreando pelo time do ABC neste sábado contra o Guaratinguetá, pela quinta rodada da Série B. Aos 36 minutos do segundo tempo, ele recebeu uma falta dura do zagueiro Júlio César e teve fratura dos ossos da tíbia e da fíbula. Apesar do lance, o árbitro Rodrigo Braghetto não puniu o defensor e não marcou pênalti.

Fratura na bacia tira Neto Berola dos gramados por tempo indeterminado

 

neto berola Atlético-MG (Foto: Fernando Martins/Globoesporte.com) 

O departamento médico do Atlético-MG divulgou um balanço da situação dos jogadores alvinegros e pelo menos duas notícias não foram das mais animadores para o torcedor do clube. A principal delas é a fratura por estresse na bacia do atacante Neto Berola. O jogador havia deixado o jogo contra o Goiás ainda na primeira etapa e, após ser submetido a um exame de imagem foi constatada a lesão.
- O exame constatou fratura por estresse na bacia. Ainda não temos como dizer o tempo de recuperação, mas ele está fora das finais. Vai seguir o protocolo de tratamento. Só vai ser liberado quando estiver totalmente recuperado da fratura – comentou Rodrigo Lasmar, médico do clube.
 
16/05/2012 10h45 - Atualizado em 16/05/2012 10h51

Daniel Alves fratura clavícula direita e vira dúvida para final da Copa do Rei

 Daniel Alves na entrevista do Barcelona (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)

O lateral-direito Daniel Alves fraturou a clavícula direita na manhã desta quarta-feira durante uma sessão de treinos do Barcelona. Na parta da tarde, o jogador será submetido a uma cirurgia para corrigir o problema e corre o risco de ficar fora da final da Copa do Rei, contra o Athletic Bilbao, no dia 25 de maio, no Vicente Calderon.
Daniel Alves será operado no Hospital de Barcelona pelo médico Carles Torrens. Às 15h (de Brasília), o médico dará uma coletiva de imprensa para falar do estado lateral, que também poderá desfalcar a Seleção nos próximos amistosos do grupo comandando por Mano Menezes.
Daniel Alves tem sido um dos destaques do Barcelona na temporada. Além disso, o jogador é titular da lateral direita da Seleção Brasileira e era um dos candidatos a disputar os Jogos de Londres 2012 como um dos atletas com idade acima dos 23 anos.

Fratura no pé esquerdo tira Edenílson de ação por dois meses

 edenilson corinthians (Foto: Léo Barrilari/Frame/Agência Estadio) 

Edenílson está praticamente fora da Taça Libertadores. Exames realizados nesta sexta-feira detectaram uma fratura no osso metatarsiano do pé esquerdo. O jogador será operado na próxima quarta-feira, em São Paulo, e necessitará de dois meses de recuperação para ser liberados aos treinamentos.
O volante improvisado na lateral direita se lesionou em um lance isolado ainda no primeiro tempo da vitória por 3 a 0 sobre o Emelec-EQU, quarta-feira, no Pacaembu, pelas oitavas de final da Taça Libertadores.
A preocupação do departamento médico alvinegro já era bastante grande logo depois do jogo. O atleta deixou o estádio com o pé imobilizado e sendo amparado por muletas. O corpo clínico, porém, preferiu aguardar que o inchaço passasse para melhor avaliá-lo.
Sem o jogador para enfrentar o Vasco, quarta-feira, em São Januário, pelas quartas, o técnico Tite deve escalar Alessandro na posição. Ele, aliás, substituiu Edenílson diante dos equatorianos e pode recuperar a vaga que perdeu durante a primeira fase da competição. A outra opção é Weldinho. Caso a recuperação de Edenílson não evolua rapidamente, o Corinthians pode até efetuar uma troca na lista dos 25 inscritos na competição. O clube tem até as semifinais para isso. Nas oitavas, a diretoria opção por realizar somente uma das três possíveis – o zagueiro Marquinhos entrou na vaga de Adriano.
fonte:cabuloso

A Fratura

Na imagem abaixo você pode ver o momento exato da fratura de tíbia e fíbula:

A Cirurgia

O tempo no hospital parece uma eternidade…
A cirurgia só seria feita no dia seguinte.

 fratura tibia e fibula raio x2 Fratura Tíbia e Fíbula   1 ano de recuperação





fratura tibia e fibula Fratura Tíbia e Fíbula   1 ano de recuperação foto de P,S no exato momento da fatura

 Em recuperação de fratura, zagueiro Tonhão vira cartola no Cametá 09-05-2012



 

 

 

 

  zagueiro Tonhão, de 30 anos, que segue em recuperação de uma fratura na perna e, já que só deve voltar a jogar em 2013, recebeu a função de supervisor técnico pela presidência do Cametá.

 

 Operado na última segunda-feira devido a uma fratura no tornozelo, o atacante Kleber está seguro de que poderá retomar o bom desempenho que vinha tendo em seu começo de passagem pelo Grêmio. Para o Gladiador, a estrutura que o Tricolor oferece para sua recuperação será fundamental para que o processo seja menos penoso. 

Brasileirão: CBF produz Mapeamento de Lesões

https://www.cbf.com.br/futebol-brasileiro/noticias/campeonato-brasileiro-serie-a/brasileirao-cbf-realiza-mapeamento-de-lesoes-2017


  
contato:

Email:lucianofisiol@gmail.com

Facebook: luciano sousa fisiologista 

FRATURAS NO FUTEBOL MUNDIAL

FRATURAS NO FUTEBOL-PARTE I


 fotos:Eduardo Da Silva

Em 23 de fevereiro de 2008, durante um jogo com o Birmingham City, jogando pelo Arsenal, Eduardo quebrou fíbula esquerda e deslocou o tornozelo esquerdo. Este foi o resultado de uma terrível entrada de Martin Taylor, zagueiro do Birmingham City que foi imediantamente e com toda razão expulso. Eduardo se recuperou completamente em janeiro de 2009, quando retornou, marcando 2 gols em uma partida decisiva.

2 - David Busst

O zagueiro David Busst Coventry sofreu uma fratura exposta de tíbia e fíbula quando trombou com o defensor do Manchester United Denis Irwin durante uma partida em Old Trafford, em abril de 1996. A fratura foi tão feia que o osso perfurou a pele. Ele nunca mais jogou profissionalmente.

3 - Kieron Dyer

Kieron Dyer, um dos mais azarados jogadores de futebol, teve o pé direito quebrado em Bristol Rovers em 29 de agosto de 2007.

4 - Francesco Totti

Em 19 de fevereiro de 2006, enquanto jogava no Campeonato Italiano contra o Empoli FC, sofreu uma lesão na perna, fraturando sua fíbula esquerda e rompendo os ligamentos. Ele foi operado na mesma noite pelo Prof. Mariani, um renomado cirurgião italiano.


5 - Jacob Olesen

Olesen sofreu uma grave luxação do tornozelo esquerdo em uma partida outubro 2006, e ficou fora dos gramados por 6 meses.
6 - Ewald Lienen

O meio-campista alemão Ewald Lienen sofreu uma lesão em 1981, o que prova que não é só ossos quebrados que podem ser terríveis. Após uam disputa pela bola e um carrinho do zagueiro do Werder Bremen Lienen teve sua coxa rasgada mostrando o tecido e osso da perna do jogador.

7 - Henrik Larsson

Henri Larsson teve sua perna quebrada em 1999, ameaçando sua carreira. Após sua milagrosa recuperação em 7 meses, ainda teve tempo de voltar e marcar gols cruciais na campanha de classificação da Suécia para a Eurocopa 2000.

8 - Luciano Almeida

Luciano Almeida sofreu uma lesão em uma partida entre sua equipe (Botafogo) e Sport em 2007. Depois disso, ficou fora dos gramados 5 meses.

9 - Inigo Diaz De Cerio

Em um sábado, 8 de novembro de 2008, Díaz de Cerio sofreu uma lesão grave após trombar com o goleiro, fraturando a tíbia e o perónio da perna direita. Após uma cirurgia bem sucedida, os médicos do clube disseram que sua recuperação seria muito lenta. Ele voltou a jogar quase um ano após a sua lesão, jogando 30 minutos em um empate 1-1 no CD Nacional(5 de novembro de 2009).

10 - Luc Nilis

Nilis, 33 anos, sofreu uma dupla fratura no joelho quando colidiu com Ipswich Town goleiro Richard Wright, depois de passados apenas 4 minutos de um jogo da Premier League em 9 de setembro de 2000. Nilis foi forçado a se aposentar do futebol por causa dessa lesão.
11 - Djibril Cisse

Cissé fraturou a perna direita depois de uam dividida com o defensor Luneng Shandong durante um jogo amistoso em Saint-Etienne, França, em 2006. O acidente aconteceu aos 10 minutos de partida, Nesse jogo a França conseguiu uma vitória de 3-1 sobre a China.


12 - Edgar Andrade

Em uma partida entre Cruz Azul e UAG Tecos em 12 de junho de 2007, o jogador de futebol mexicano sofreu uma dramática fratura ao tentar recuperar uma bola para a sua equipa e torceu o tornozelo. Depois de muitos meses de recuperação, ele voltou para o campo em 2007 e se tornou um importante camisa onze da equipe.

13 - Marcin Wasilewski

Marcin Wasilewski, do Anderlecht, teve sua perna quebrada e fratura exposta após uma entrada criminosa do meio-campista Axel Witsel do Standard de Liège. Axel Witsel pode ficar até um ano sem jogar e recebeu ameaças de morte pela dura entrada.

14 - Não consegui descobrir o nome
Jogador morre no meio de uma partida na Arábia Saudita. Depois de uma dividida com o adversário ele leva a pior após, aparentemente, ter seu pescoço torcido. Ele agoniza e por alguns instantes faz alguns movimentos estranhos até cair.
*** (UPDATE) Ainda estou em dúvida se o jogador realmente morreu. Na descrição do vídeo no Youtube está que ele morreu, porém recebi alguns emails dos leitores do blog dizendo que na realidade teria sido apenas uma convulsão. Ainda vou investigar a respeito (UPDATE) ***
fonte:http://www.filhotedepombo.com/2009/12/as-14-piores-lesoes-no-futebol-de-todos.html#ixzz1zprwIAeN







contato: email:lucianofisiol@gmail.com
               facebook: luciano sousa lucianosousa

PRINCIPAIS LESÕES DE UM JOGADOR DE FUTEBOL


 Atualmente, a maior parte das lesões não está relacionada a pancadas, mas sim a movimentos de rotação e explosão muscular. Em uma análise dos prontuários médicos de oito times profissionais, ortopedistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constataram que as lesões por choque entre jogadores (as chamadas contusões) representaram apenas 24,1%, contra 39,2% de lesões musculares, 17,9% de torções e 13,4% de tendinites. Além disso, o estudo apontou que 72,2% das lesões ocorreram em membros inferiores, com predomínio na coxa (34,5%), no tornozelo (17,6%) e no joelho (11,8%). "A cada 6 segundos o jogador de futebol faz um movimento inesperado. Articulações e músculos foram feitos para mexer, mas o ser humano ultrapassa os limites de movimentação do seu corpo e aí ocorrem as lesões", diz o ortopedista Moisés Cohen, que coordenou o levantamento da Unifesp e já operou craques como Raí e Vampeta. Um estudo dos médicos ingleses Richard Hawkins e Colin Fuller, publicado no British Journal of Sports Medicine, mostrou que 71% das lesões ocorridas na Copa do Mundo de 1994 aconteceram em lances não assinalados como faltas, o que indica que o maior inimigo do atleta é a competividade do futebol moderno. "O movimento não precisa ser brusco para machucar. Muitos rompem o ligamento cruzado (do joelho), por exemplo, por causa de um movimento sozinho", conclui Moisés Cohen.

 Onde acontecem as principais lesões do futebol


Rosto
Apalpe seu rosto e sinta o osso bem embaixo do seu olho. É o osso zigomático, que vai até a mandíbula, formando um vão sob ele. Muitos jogadores costumam usar os braços para proteger a bola e às vezes, com uma cotovelada, afundam esse osso
Púbis
O local onde o músculo adutor da coxa se encontra com o púbis (parte de baixo da "bacia") é um dos mais sobrecarregados no futebol. O movimento repetitivo nessa região provoca uma inflamação no tendão que junta o músculo e o osso. É um tipo de tendinite - o tendão não se rompe - sentida como a famosa "puxada na virilha"
Canela
A fratura na tíbia é o tipo de fratura mais comum no futebol. Antigamente, quando o uso de caneleiras não era obrigatório, elas eram ainda mais típicas. Em casos de fratura da tíbia, é comum que a fíbula também seja afetada, afinal é um osso muito mais fino e que nem sempre é protegido pelas caneleiras
Tornozelo
Assim como o joelho, sofre com a rápida movimentação do futebol moderno. Para piorar, os tornozelos estão mais vulneráveis a pancadas e aos buracos do campo. As lesões mais comuns são torções (ou entorses) nos ligamentos que conectam os pés aos ossos da perna - o ligamento anterior de um boleiro vive dolorido.
 As 14 piores lesões no futebol de todos os tempos
 Em 23 de fevereiro de 2008, durante um jogo com o Birmingham City, jogando pelo Arsenal, Eduardo quebrou fíbula esquerda e deslocou o tornozelo esquerdo. Este foi o resultado de uma terrível entrada de Martin Taylor, zagueiro do Birmingham City que foi imediantamente e com toda razão expulso. Eduardo se recuperou completamente em janeiro de 2009, quando retornou, marcando 2 gols em uma partida decisiva.

Fratura por estresse
Mais um tipo de lesão causado por movimentos repetitivos, que apesar de gerar muita dor, não é detectado no raio X. Para entender, pense no osso como um arame: se você o dobrar muitas vezes no mesmo ponto, uma hora ele vai arrebentar. Os ossos que mais sofrem por estresse são os do pé, que são finos e não param de se movimentar
Joelho
Os movimentos de rotação são os culpados pelas lesões no joelho. As mais comuns são rompimentos (total ou parcial) do ligamento cruzado anterior (1), do ligamento colateral-tibial (2) e do menisco (3). Eles funcionam como elásticos que se esticam com a rotação da perna. Quando são sobrecarregados, eles rompem e é preciso reconstituí-los usando outros tendões, como o de trás da coxa
Coxa
O músculo é feito de várias fibras que, na hora do movimento, escorregam umas sobre as outras. Quando o movimento não é harmônico ocorre um estiramento. Durante o chute, por exemplo, o músculo está contraído para produzir a força contra a bola e, de repente, você o estica. Os músculos posteriores são as principais vítimas. Eles podem simplesmente travar (contratura) ou mesmo se romper
Equipamentos de proteção
Os mais usados são caneleira, tornozeleira e bermuda térmica (ou "coxeira"). Muitas caneleiras já têm uma tornozeleira acoplada, mas, para dar mais firmeza, os jogadores geralmente fazem uma "botinha" no tornozelo com uma faixa. A coxeira ajuda a deixar a musculatura da coxa aquecida e produz pressão sobre as fibras para evitar que elas escorreguem de mais ou de menos

 

postado: luciano sousa
email:lucianofisiol@gmail.com
facebook:lucianosousa lucianosousa