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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
TENDINITE PATELAR (JOELHO DE SALTADOR)
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS E PRO HORMONAL E SEUS EFEITOS
HORMÔNIOS BIO IDÊNTICOS
Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro e o crescimento do número de idosos no
país, cada vez mais médicos e especialistas se deparam com questões relacionadas às terapias contra o envelhecimento. Dessa forma, Uma delas é a reposição hormonal. Muito se fala, hoje, dos chamados Hormônios Bioidênticos, substâncias hormonais que possuem exatamente a mesma estrutura química e molecular encontrada nos hormônios produzidos no corpo humano. A nomenclatura, no entanto, está sendo utilizada, indevidamente, apenas para os hormônios manipulados, como se fossem novas opções de tratamento quando, na verdade, há muito tempo hormônios bioidênticos são produzidos em indústrias farmacêuticas e estão disponíveis nas farmácias.
Para o Dr. Ricardo Meirelles, o uso do termo vem sendo feito com objetivos evidentemente comerciais, como uma forma de marketing. "Na realidade, quando um endocrinologista prescreve tiroxina (hormônio tiroidiano), estradiol e progesterona natural (hormônios ovarianos), testosterona (hormônio masculino), hormônio do crescimento e outros, está receitando hormônios bioidênticos, no sentido de que são hormônios cuja fórmula molecular é igual à dos produzidos pelo corpo humano", afirma.
De acordo com a Dra. Ruth Clapauch*, o uso dos bioidênticos pode ser apropriado, porém devem ser utilizados com cautela. "Eles são importantes para controlar os níveis hormonais no organismo, repondo o que falta no nosso corpo, mas somente um endocrinologista estará apto para receitá-los de maneira correta, na dose ideal, evitando complicações futuras", afirma. Para ela, médicos devem estar atentos e dar preferência na prescrição médica a produtos produzidos com tecnologia de ponta e não artesanalmente, onde possa estar garantido o grau de pureza, dosagem, estabilidade, absorção, eficácia e segurança. "Fórmulas manipuladas podem apresentar diferenças em relação a substâncias testadas pela indústria farmacêutica, que passaram por estudos em laboratório, em animais e em pessoas antes que fossem aprovadas para comercialização", afirma.
A doutora relembra o posicionamento Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos. Ele adverte que a fabricação individualizada de um hormônio, a tal "customização", é praticamente impossível de ser alcançada "porque os níveis de hormônio no sangue são difíceis de medir e regular devido às variações fisiológicas". Além disso, segundo o posicionamento, não há estudos que atestem os benefícios e riscos dos bioidênticos manipulados.
A especialista concorda com o texto. "Muitos dos manipulados não são controlados pelos órgãos de vigilância sanitária, ao contrário daqueles fabricados pelos grandes laboratórios, que foram testados e estudados", afirma. "Comhormônios industrializados, fica mais fácil para que o endocrinologista individualize a reposição hormonal, já que não existem oscilações nem inconsistência na quantidade das substâncias", completa.
Embora muitos médicos defendam que os bioidênticos sejam a chave para reduzir o processo de envelhecimento do corpo de maneira natural, nada está comprovado cientificamente e a população deve tomar cuidado com tais promessas. "Alguns especialistas defendem o fato de que os bioidênticos manipulados são naturais e, por causa disso, o organismo seria capaz de metabolizá-lo da mesma forma que faria com um hormônio do próprio corpo. No entanto, eles são produzidos de maneira artificial, e sofrem alterações em sua estrutura química", alerta a Dra. Ruth.
(*)Dra. Ruth Clapauch
Formação
Residência médica + curso de especialização em Endocrinologia (IEDE)
Título de especialista em Endocrinologia
Mestrado (UFRJ) e Doutorado (UERJ)
Professora de pós graduação em Endocrinologia
Atualmente é vice-presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia, já tendo sido presidente deste Departamento em 2 gestões
Membro da Comissão de Educação Médica Continuada da SBEM
Autora de diversos artigos em revistas científicas nacionais e internacionais sobre reposição hormonal
A verdade sobre os Pré e Pró-Hormonais
país, cada vez mais médicos e especialistas se deparam com questões relacionadas às terapias contra o envelhecimento. Dessa forma, Uma delas é a reposição hormonal. Muito se fala, hoje, dos chamados Hormônios Bioidênticos, substâncias hormonais que possuem exatamente a mesma estrutura química e molecular encontrada nos hormônios produzidos no corpo humano. A nomenclatura, no entanto, está sendo utilizada, indevidamente, apenas para os hormônios manipulados, como se fossem novas opções de tratamento quando, na verdade, há muito tempo hormônios bioidênticos são produzidos em indústrias farmacêuticas e estão disponíveis nas farmácias.
Quem pensa que isto é um assunto novo esta muito enganado. Em meados dos anos 80 quando comecei a treinar sério na “pumping iron” ,em Copacabana ,RJ, usávamos para TPC(terapia pós ciclo) o Pregnyl que é um preparado de gonadotrofina coriônica humana, retirado da urina de mulheres grávidas e muito útil para o usuário do sexo masculino . O seu uso tem como objetivo estimular a produção de testosterona endógena. A atividade do HCG no corpo masculino é devido à sua capacidade de imitar LH (hormona luteinizante), um hormônio da pituitária que estimula as células de Leydig nos testículos para fabricar a testosterona. A Restauração da produção endógena de testosterona é uma preocupação especial no fim de cada ciclo de esteroides .Nesta época usávamos também chá de salsaparrilha.Um detalhe engraçado sobre este chá é que ele era achado em Copacabana com mais facilidade em casas de produtos para espiritismo e era engraçado vários fisiculturistas entrando juntos em casas de produtos espiritas e comprando todo o estoque de chá de salsaparrilha.
A salsaparrilha aumenta a testosterona endógena pela presença do princípio nativo “Saponinas esteroidais”. Mas voltando aos tempos atuais, vejo nas academias uma grande discussão entre pré-hormonais e pró-hormonais. Qual é o melhor? Qual produz um melhor efeito? Qual é menos tóxico? etc. Em primeiro lugar vamos entender o que são PRÉ HORMONAIS E PRÓ HORMONAIS.
Os PRÉ-HORMONAIS são SUPLEMENTOS
alimentares que estimulam o corpo a produzir ou aumentar a produção de seus próprios hormônios; não são substâncias que serão convertidas diretamente em hormônios.Eles são elevadores naturais da testosterona. Temos como exemplo: Tribulus terrestris, Maca Peruana, Yohimbe, Recycle .
alimentares que estimulam o corpo a produzir ou aumentar a produção de seus próprios hormônios; não são substâncias que serão convertidas diretamente em hormônios.Eles são elevadores naturais da testosterona. Temos como exemplo: Tribulus terrestris, Maca Peruana, Yohimbe, Recycle .
Os PRÓ-HORMONAIS são percursores de hormônios e são utilizados para aumentar significativamente a quantidade de hormônios disponíveis no corpo, o que leva a grandes ganhos de massa MUSCULAR
. Para se utilizar os pró-hormonais é necessário proteger o fígado e fazer TPC após o uso. Particularmente não vejo muita vantagem na utilização dos pró-hormonais em relação aos hormônios anabolizantes, pois ambos param a produção endógena e atacam o fígado, sendo que nos hormônios anabolizantes você tem pelo menos controle da dose administrada de forma exata, já nos pré -hormonais não há controle de quanta testosterona você irá converter. Temos como exemplo de alguns pró –hormonais: M-drol, Halovar, Trenevol.
. Para se utilizar os pró-hormonais é necessário proteger o fígado e fazer TPC após o uso. Particularmente não vejo muita vantagem na utilização dos pró-hormonais em relação aos hormônios anabolizantes, pois ambos param a produção endógena e atacam o fígado, sendo que nos hormônios anabolizantes você tem pelo menos controle da dose administrada de forma exata, já nos pré -hormonais não há controle de quanta testosterona você irá converter. Temos como exemplo de alguns pró –hormonais: M-drol, Halovar, Trenevol.
Espero que você continue gostando de minhas dicas e lembro que não estou incentivando ou recomendando o uso de nenhuma substância, apenas dividindo minha experiência e conhecimento. Bons treinos e até a próxima!
FONTE: MARCOS JORDÃO Atleta de bodybuilding na categoria Master Pesada da IFBBRIO.
PRO HORMONAL
O uso dos SUPLEMENTOS
alimentares virou moda nos últimos anos pelos adeptos da musculação, não é novidade. Porém, o uso de pró-hormonais, que se transformam em esteroides anabolizantes no organismo, está sendo cada vez mais procurado.A venda desse tipo de produto no Brasil é proibido, entretanto, a venda de forma clandestina ocorre sem nenhum problema. O que acontece é que muitas pessoas utilizam este tipo de medicamento, sem saber que não são SUPLEMENTOS
alimentares. A endocrinologista Talliana Medeiros, que atua em Mossoró, explicou que o uso deste tipo de medicamento é semelhante aos esteroides anabolizantes injetáveis, sendo assim prejudicial à saúde. De acordo com Talliana, sintomas como falta de apetite sexual, ginecomastia (nome dado ao crescimento das mamas nos homens devido a patologias, geralmente associadas a desequilíbrios hormonais), impotência sexual, entre outros, são comuns por quem usa os pró-hormonais.
"Os pro-hormonais são medicamentos que depois de ingeridos são metabolizados no corpo e transformados em esteroides anabolizantes, portanto, eles têm a mesma ação dos anabolizantes orais ou injetáveis e agem da mesma forma. As pessoas que usam, geralmente utilizam a medicação a longo prazo. Os principais efeitos são: ginecomastia, impotência e queda de apetite sexual, dor de cabeça, agressividade, queda de cabelo, lesão hepática ou renal, parada do crescimento com baixa estatura e aumento de pressão arterial. Todos os sintomas podem reversíveis ou não, dependendo do caso", explicou.
Os pró-hormonais mais conhecidos e buscados são: m-drol, halovar e reign dark cyde. Após usar este tipo de medicamento, o usuário tem que fazer uso da Terapia pós-ciclo, que de acordo com os vendedores, ajuda a reverter os efeitos colaterais. A venda do pró hormonal juntamente com a terapia pós ciclo ultrapassa o valor de R$ 250,00.
Ao ser questionada se o uso desta terapia ajuda a reverter os efeitos colaterais, Talliane explicou que vai depender de cada organismo, mas que, provavelmente os efeitos colaterais vão permanecer.
"Isso vai depender muito de cada caso. Depende de dose, tempo de uso e resposta individual. Cada individuo é um indivíduo. Como esses medicamentos se transformam em esteroides anabólicos em nosso corpo, quando para o uso a pessoa pode ter sintomas de deficiência hormonal, não por estar realmente com deficiência, mas sim por sair de um excesso hormonal. O risco maior está na permanência dos efeitos colaterais", alertou.
Este tipo de medicamento não pode ser prescrito por nenhum médico, e por isto, a sua venda é ilegal. Porém, certos tipos de anabolizantes podem ser indicados caso seja constatado a deficiência hormonal. "O uso de anabolizantes é arriscado e só deve ser prescrito quando confirmada a deficiência hormonal, e mesmo assim, o acompanhamento deve ser feito para evitar excesso de dose. Esses pro-hormonais só são encontrados no mercado negro, pois não há indicação médica para o uso deles. Esses medicamentos não são receitados por endocrinologistas. Se a taxa hormonal estiver realmente baixa é prescrito o próprio hormônio e não seus precursores", finalizou.
Arrependimento
Veja o depoimento.
Ainda no tópico, ao ser questionado por outros usuários quais os efeitos colaterais que estava sentindo, Gleydson confirmou o que a endocrinologista Talliane alertou no início da matéria.
"Dores no estômago, refluxo, gastrite muito forte, exame de sangue totalmente alterado... Resumindo, PH é uma b... Quer bombar com responsabilidade, vai para os injetáveis. Mas, sinceramente, hoje em dia eu vejo de outra forma. Procuro me contentar com meu biótipo e entender que só vou até ali. Anabolizantes não valem a pena mesmo. Eu que tinha a saúde de ferro, para ganhar dois ou três quilos tive que sacrificar isso; não vale a pena. Um abraço a todos os marombas e bons ganhos”, finalizou.
FONTE: MOSSORÓ 28/08/2012
ATENÇÃO: CUIDADO COM AS PROPAGANDAS, NEM SEMPRE O QUE PARECE SER BOM, PODE SE EFICIENTE PARA SEU ORGANISMO.

Contato:
email:lucianofisiol@gmail.com
facebook: luciano sousa luciano sousa
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Escoliose
Escoliose: É o desvio da
coluna no sentido lateral e rotacional. Assim, temos a formação de
gibosidade vertebral (corcunda) na região toráxica. O desvio rotacional
pode ser visto radiologicamente pela assimetria dos pedículos vertebrais
e a lateralização da coluna é feita pelo deslocamento a partir do seu
eixo central, constituindo-se assim, de deformidades vista no sentido
antero-posterior. A escoliose pode estar compensada ou descompensada. A
escoliose compensada apresenta os ombros no mesmo nível, revelando que a
curva principal se equilibra com a curva compensatória. Curva principal
é a curva responsável pela deformidade, e a curva compensatória ou
secundária é aquela que busca a compensação para manter o tronco ereto.
As escolioses podem ter diversas etiologias. A mais comum é a
idiopática ou escoliose do adolescente, que evolui durante o período de
crescimento. Costumeiramente tem uma curva em "S" e atinge o segmento
dorsal e lombar com curvas leves e moderadas. Podemos ter ainda as
escolioses congênitas, cujas causas são deformidades congênitas da
coluna vertebral. Os principais exemplos estão nas agenesias vertebrais,
hemi-vértebras e barras ósseas, constituindo-se em deformidades a
partir da concepção, atingindo curvas severas de até 180º, quando a
coluna processa uma curva completa sobre si mesma. Invariavelmente o
tratamento é cirúrgico e precoce, buscando corrigir o defeito ósseo a
partir do seu nascimento.
A paralisia de grupos musculares na sustentação da coluna são causadas
pelas escolioses paralíticas. Observando-se o corpo humano pelas costas,
a coluna vertebral normal apresenta-se reta, da cabeça até a região
sacral. Quando a coluna se apresenta curva, no plano das costas, essa
deformidade é denominada escoliose, sendo caracterizadas pela curva em
"C" e pela hipotrofia muscular, causando assim, a queda lateral da c.v.
Outros exemplos de escoliose são causadas por seqüelas de efeitos
traumáticos, processos infecciosos, doença de Von-Recklin Gausen (doença
pseudo tumoral de estrutura nervosa), as escolioses por doenças
endócrinas, por seqüelas das osteosporoses, etc. Podemos ainda
classificar as escolioses como funcionais e estruturais.
As funcionais são aquelas cujo desvio da coluna depende de alterações
extrínsecas à mesma, como por exemplo o encurtamento com disparidade
entre os membros inferiores, causando assim, um desvio do eixo da coluna
pela variação de comprimento entre os dois membros. As estruturais são aquelas em que a causa do desvio encontra-se
localizada diretamente com as estruturas ósteo ligamentares vertebrais.
Ainda devemos classificar as curvas das deformidades como móveis e
rígidas. A importância dessa classificação se faz para o planejamento da
correção cirúrgica da deformidade. Durante a infância, a escoliose afeta meninos e meninas. Na fase
adolescente, as meninas são 5 a 8 vezes mais afetadas pela escoliose.
Entretanto, 90% dos casos de escoliose idiopáticas são devidos a
acréscimos moderados da curvatura da coluna e, geralmente, não são
contemplados com tratamento intensivo. Durante a juventude, geralmente, a escoliose não apresenta processos de
dor. Se a escoliose não for corrigida, na fase adulta,podem ocorrer
dores nas costas. A recondução da coluna para a sua posição normal poderá ser feita
facilmente com o emprego de uma força de tração na mesma. A tração
aumenta o espaço entre as vértebras e alem disso reduz a curvatura nos
pontos críticos. A aplicação de tração na coluna é uma forma engenhosa
para promover o seu "endireitamento" sem que seja necessário pegar ou
manusear vértebras e discos. A recondução da coluna para a sua posição normal poderá ser feita
facilmente com o emprego de uma força de tração na mesma. A tração
aumenta o espaço entre as vértebras e alem disso reduz a curvatura nos
pontos críticos. A aplicação de tração na coluna é uma forma engenhosa
para promover o seu "endireitamento" sem que seja necessário pegar ou
manusear vértebras e discos.
A cada aplicação ocorrerá uma redução nas curvaturas, nos pontos mais
críticos, em um processo totalmente indolor. É recomendável que o
emprego de MAGNASPINE(r) seja acompanhado por uma fisioterapia que vá
adaptando a musculatura às novas posições alcançadas pela coluna.
Entretanto, mesmo sem esse acompanhamento, MAGNASPINE(r) conseguira
reduzir as curvaturas mas, obviamente, com um tempo maior. Neste caso
seria recomendável um acompanhamento com natação.
IMPORTANTE: O tratamento fisioterápico usando alongamentos e
respiração são essenciais para a melhora do quadro: Costa Plana, Hérnia
de disco.
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| NORMAL | ESCOLIOSE |
| Coluna com escoliose | Efeito da tração na coluna | Coluna normal depois da tração |
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| O esforço de flexão ( Mf ), provocado pela força de tração ( Ft ), tende a "endireitar" o trecho curvo da coluna vertebral. | ||
Cifose: são exageros da curvatura toráxica fora dos eixos dos limites fisiológicos. Várias etiologias podem ser causas de cifose na coluna vertebral. Assim, temos os defeitos congênitos, infecções, fraturas, doenças ósseas como a osteoporose e a doença de Scheuermann ou dorso curvo do adolescente. A doença de Scheuermann se caracteriza pela necrose da epífise de crescimento dos corpos vertebrais constituintes do centro da curva dorsal (6ª a 9ª vértebra dorsal). Esta necrose ou morte da estrutura óssea epifisária, gera uma deformidade em acunhamento do corpo vertebral, fazendo com que haja uma acentuação da curvatura toráxica. A causa dessa doença é desconhecida. Muitos autores relacionam com a hiper-pressão sobre a região dorsal em crianças rígidas com mal preparo músculo-ligamentar durante a fase de crescimento do esqueleto.
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Lordose: É o aumento anormal da curva lombar ou cervical levando a uma acentuação da lordose lombar ou cervical normal (hiperlordose). Os músculos abdominais fracos e um abdome protuberante são fatores de risco. Caracteristicamente, a dor nas costas em pessoas com aumento da lordose lombar ocorre durante as atividades que envolvem a extensão da coluna lombar, tal como o ficar em pé por muito tempo (que tende a acentuar a lordose lombar). A etiologia mais freqüente das hiperlordose são os distúrbios músculo-esquelético do ilíaco psoas e dos ísquios surais. Nas patologias ósseas, a freqüência maior está relacionada às espondilolisteses e pseudo-espondilolistese que produzem o deslizamento intervertebral freqüentemente localizados entre a 4ª e a 5ª lombar e a 5ª lombar e 1ª sacra.
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MAGNASPINE(r) aplica a tração ideal para esses objetivos, em um processo totalmente indolor. Nos casos de lordose, por exemplo, MAGNASPINE(r) tem apresentado resultados notáveis. Com apenas algumas aplicações ficam eliminadas as dores e a hiperlordose. Nos casos de cifose a resposta também tem sido muito boa com a eliminação de hérnias de disco na parte interna do tórax (região côncava). Quando ocorrem deformidades com o aumento dessas curvaturas elas são chamadas de hipercifose (corcunda) e hiperlordose, respectivamente. Na grande maioria dos casos, a curvatura excessiva é de origem postural e pode ser corrigida com o emprego de uma força de tração e exercícios de correção de postura. Em principio, desde que não haja doença nos ossos das vértebras, que não haja fissuras ou trincas nas vértebras, nem qualquer contra indicação de ordem medica, o emprego de uma força de tração na coluna poderá aliviar, ou mesmo eliminar, as possíveis dores, já que reduz as curvaturas nos seus pontos mais críticos.
OBJETIVOS DO TRATAMENTO FISIOTERÁPICOI. Manutenção e/ ou melhora da força muscular
II. Prevenção de deformidades (manutenção e/ ou ganho de amplitude articular)
III. Manutenção da funcionalidade
IV. Manutenção da capacidade vital
CONDUTA FISIOTERÁPICACinesioterapia e Hidroterapia
A CINESIOTERAPIA tem como principais objetivos, manter e/ ou retardar a perda da força muscular e da capacidade respiratória, manter os graus de movimento das articulações e minimizar os encurtamentos musculares e suas conseqüências. Ela consiste em exercícios de alongamento muscular, mobilização global, exercícios passivos, ativo - livre, ativo - assistido e exercícios respiratórios ( manobras de expansão pulmonar, inalação, tapotagem, vibração, drenagem postural, indução de tosse e os exercícios respiratórios propriamente ditos); são realizados nas diversas posturas: decúbito ventral (barriga para baixo), decúbito lateral (de lado), decúbito dorsal (barriga para cima), sentado, e de acordo com a fase em que o paciente se encontra.
IMPORTANTE:
Os exercícios contra resistência (saquinhos de areia, pesos) não devem ser realizados pois isto pode fazer com que a musculatura entre em fadiga e acelere o processo de degeneração da fibra muscular. Além disso, o posicionamento adequado e as adaptações para facilitar a realização das atividades de vida diária também são muito importantes para não acelerar a perda da força muscular e a instalação de contraturas e futuras deformidades ósseas. A indicação para o uso de goteira noturna também é um recurso utilizado que visa a manutenção do comprimento muscular. O posicionamento inadequado dos segmentos corporais, nas diversas posturas e em todas as atividades do dia - a - dia, é um dos fatores que aceleram a instalação das deformidades ósseas. O posicionamento correto é elementar principalmente quando faz o uso de cadeira de rodas, pois a tendência é acomodar-se e com isso as deformidades na coluna e membros se estruturam com maior rapidez.
A HIDROTERAPIA realizada em piscina terapêutica é utilizada para manter a força muscular, a capacidade respiratória, as amplitudes articulares e evitar os encurtamentos musculares. Devido as propriedades físicas da água, a movimentação voluntária e adoção das diversas posturas podem ser facilitados e os exercícios de alongamento muscular podem ser realizados com alívio da dor. Além disso, a liberdade de movimento proporciona alegria e satisfação, porque os pacientes são capazes de realizar atividades que podem não ser possíveis em terra devido a ação da gravidade. Na piscina terapêutica utiliza-se as propriedades físicas da água.
Efeitos terapêuticos da água:
* Alívio da dor durante o alongamento muscular;
* Relaxamento muscular;
* Manutenção ou aumento do grau de movimentação das articulações;
* Reeducação de músculos comprometidos;
* Fortalecimento de músculos enfraquecidos;
* Aquisição e vivências de diversas posturas;
* Treino de marcha;
* Melhora das condições respiratórias;
* Reforço psicológico através da movimentação independente na água.
PARTE RESPIRATÓRIA
Os pacientes afetados apresentam uma dinâmica diferente, decorrente da fraqueza muscular e também devido a alterações da caixa torácica, causada pelo aparecimento da escoliose ( desvios de coluna). Uma simples gripe pode repercutir de forma importante, pois a secreção produzida não é eliminada devido à debilitada musculatura expiratória, levando a uma diminuição da eficácia da tosse, além de prejudicar a movimentação completa do pulmão. Por esta razão essa secreção acumulada facilita o desenvolvimento de bactérias causando infecção que quando não tratada adequadamente, acarreta complicações respiratórias graves.
Como citado acima, a escoliose (curvas anormais da coluna), que pode decorrer da fraqueza muscular, leva também à diminuição da expansibilidade pulmonar.
AVALIAÇÃO POSTURAL
A Avaliação Postural na Fisioterapia, tem como finalidade prevenir e futuramente corrigir possíveis alterações posturais existentes.Consiste em determinar e registrar, se possível através de fotografias, os desvios posturais ou atitudes posturais erradas dos indivíduos. Em primeiro lugar, para se caracterizar um desvio postural, deve-se ter o conhecimento do que é postura correta. A boa postura é aquela que um indivíduo, em posição ostostática exige pequeno esforço da musculatura e dos ligamentos para se manter nessa posição. Representa um alinhamento dinâmico dos vários segmentos corporais, nas várias posições, de tal maneira que, cada segmento ocupe uma posição próxima à sua posição de "equilíbrio mecânico". Assim, ele encontra o melhor equilíbrio estático.
CINTURA ESCAPULAR
- Protrusão (Rotação interna dos ombros)
- Protração escapular
- Retração escapular
- Depressão escapular
- Ombros assimétricos: elevação de ombro esquerdo direito
- Encurtamento do trapézio
CINTURA PÉLVICA
- Desvio de quadril
- Assimetria de quadril
- Protusão abdominal
MEMBROS INFERIORES
- Joelhos genu flexo
- Joelhos genu recurvato
- Joelhos genu valgo
- Joelhos genu varo
- Pé abduto
- Pé aduto
- Pé valgo
- Pé varo
- Pé plano
- Pé cavo
- Pé calcâneo
- Pé equino
Causas
Se você nunca se preocupou com a saúde das suas costas, adotando posturas erradas e movimentos inadequados, saiba que essas são as principais causas da dor nas costas. Com o passar do tempo, vai ocorrendo um desgaste das articulações da coluna, podendo levar à degeneração dos discos intervertebrais (hérnia de disco) e à osteofitose (bico de papagaio). Em um grande número de casos de dor nas costas, não se chega a um diagnóstico claro. Geralmente, no decorrer do tempo, vários fatores de risco atuam em conjunto ocasionando a dor: condicionamento físico deficiente, má postura, mecânica anormal dos movimentos, pequenos traumas, esforço repetitivo, etc..
Várias estruturas da coluna podem causar dor, incluindo os ligamentos que conectam as vértebras, fibras externas do disco intervertebral, músculos, vasos sanguíneos e raízes nervosas.
BIBLIOGRAFIAwww.magnaspine.com.br/escoliose
www.abdim.com.br
www.doresnascostas.com.br/desvios_posturais

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quinta-feira, 3 de julho de 2014
Ácido Linoléico Conjugado e Perda de Peso
O tratamento e a prevenção da obesidade
têm sido considerados uma enorme batalha para
os profissionais da área de saúde.
As indústrias de alimentos e de fármacos,
por sua vez, têm oferecido cada vez mais uma
vasta gama de novos produtos que preconizam a perda
de peso. O ácido linoléico conjugado,
encontrado em maiores concentrações
na gordura de animais ruminantes, parece apresentar
efeitos favoráveis quanto à manutenção
do peso corporal. Esta revisão apresenta
uma análise crítica dos dados disponíveis
na literatura, que relacionam o ácido linoléico
conjugado com o metabolismo energético e
a composição corporal. Os estudos
realizados com humanos ainda não são
conclusivos, embora alguns apontem um possível
aumento da lipólise e/ou redução
da lipogênese, que reflete em alterações
apenas na composição corporal, especialmente
no tecido adiposo abdominal, mas não na perda
de peso. Entretanto, as altas doses usadas nesses
estudos podem implicar efeitos colaterais indesejáveis.
Portanto, mais estudos são necessários
para uma indicação desse ácido
graxo como um agente para a melhora da composição
corporal e/ou como um agente anti-obesidade.
Termos de indexação: ácido
linoléico, composição corporal,
obesidade, perda de peso.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Muito tem sido falado sobre alimentos funcionais
e seus efeitos benéficos para a saúde
humana1, de forma a incentivar fortemente o uso
de produtos e/ou alimentos que contenham propriedades
com alegação funcional. Entretanto,
muitas pesquisas ainda não são conclusivas
em muitos pontos, especialmente quanto aos reais
efeitos "protetores" preconizados, quanto
às doses indicadas para que esses efeitos
possam ser alcançados, e quanto aos possíveis
efeitos adversos provenientes do uso prolongado
desses produtos.
O Comitê de Alimentos e Nutrição dos EUA2 definiu alimentos funcionais como "qualquer alimento ou ingrediente que possa proporcionar um benefício à saúde além dos nutrientes tradicionais que ele contém". Ainda segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a alegação de propriedade funcional é relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, maturação e outras funções normais do organismo humano3.
O Comitê de Alimentos e Nutrição dos EUA2 definiu alimentos funcionais como "qualquer alimento ou ingrediente que possa proporcionar um benefício à saúde além dos nutrientes tradicionais que ele contém". Ainda segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a alegação de propriedade funcional é relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, maturação e outras funções normais do organismo humano3.
O crescente aumento da prevalência de pessoas
com sobrepeso tem preocupado os órgãos
federais em todo o mundo, pois a obesidade já
é considerada um problema de saúde
pública mundial4. Assim, as novas gerações,
cada vez mais preocupadas com a saúde, têm
feito dos alimentos funcionais o carro mestre da
indústria alimentícia1. A demanda
de produtos para perda de peso é um potente
estímulo para essa indústria. Em 1999,
os consumidores americanos gastaram mais de 35 bilhões
de dólares em produtos que preconizavam eficiência
para perda de peso. Entretanto, em 2002, a Comissão
Federal de Comércio dos Estados Unidos verificou
que 55% de uma amostra de 300 produtos com rótulos
relacionados à perda de peso eram falsos
ou não apresentavam evidências científicas
com relação a sua eficiência5.
Assim, é necessário que mais pesquisas
sejam feitas para comprovar a eficiência desses
produtos de forma a garantir ao consumidor que seu
uso realmente seja eficaz no combate à obesidade. O ácido linoléico conjugado (CLA),
que representa um conjunto de isômeros do
ácido linoléico (18:2 n-6), tem sido
considerado um potente agente anti-obesidade, pelas
suas possíveis propriedades moduladoras no
metabolismo lipídico. Entretanto, seu efeito
quanto à perda de peso ainda é controverso. Este trabalho teve como objetivo fazer uma análise
crítica sobre os dados disponíveis
na literatura que relacionam o CLA com o metabolismo
energético, a fim de delinear as deficiências
existentes nos estudos e esclarecer suas reais e/ou
possíveis ações na composição
corporal.
Considerações gerais sobre
o ácido linoléico conjugado
O CLA se refere a uma mistura de isômeros
do ácido linoléico (18:2 n-6) em que
as duplas ligações são conjugadas
em vez de existirem na configuração
interrompida metilênica típica. É
produzido no rúmen de animais pelo processo
de fermentação, envolvendo a bactéria
Butyrovibrio fibrisolvens, ou pela síntese
via a9-dessaturase do ácido 11-trans octadecanóico.
Nove isômeros diferentes do CLA foram relatados
como de ocorrência natural nos alimentos,
sendo que o 9-cis, 11-trans é o de maior
ocorrência e é incorporado à
membrana plasmática. Já o isômero
10-trans, 12-cis não é incorporado
às membranas, parecendo estar mais relacionado
ao metabolismo energético. O CLA é encontrado em maiores concentrações
na gordura de ruminantes, como, por exemplo, carne
de gado, laticínios, entre outros. Em produtos
lácteos, a concentração de
CLA varia de 2,9 a 8,92mg CLA/g de gordura, sendo
que o isômero 9-cis, 11-trans contribui com
cerca de 73% a 93% do total de isômeros do
CLA nesses produtos. A gordura da carne de gado
contém cerca de 3,1 a 8,5mg de CLA/g de gordura,
com os isômeros 9-cis, 11-trans contribuindo
com cerca de 57% a 85% do CLA total6.
CLA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
Experimentos com animais
Vários modelos experimentais têm demonstrado
que animais alimentados com CLA reduzem a gordura
corporal. Evidências também sugerem
que os diferentes isômeros do CLA possam apresentar
efeitos variados na perda de peso e composição
corporal em animais. O primeiro estudo a investigar
tais efeitos foi o de Park et al.7, no qual camundongos
suplementados com 0,5% de CLA (com predominância
dos isômeros 9-cis, 11-trans e 10-trans, 12-cis,
1:1) exibiram diminuição de 60% da
gordura corporal e aumento de 14% na massa magra,
quando comparados com os controles. Verificou-se,
ainda, nesse trabalho, redução na
atividade da lipase lipoprotéica (LPL) em
cultura de adipócitos 3T3-L1, também
tratados com 0,0029% de CLA, e maior liberação
de ácidos graxos (AG), possivelmente pela
redução da deposição
de lipídios e aumento da lipólise.
Em outro estudo, camundongos AKR/J (com forte suscetibilidade
à obesidade) foram alimentados com dieta
rica em lipídios com ou sem CLA a 1% (também
com predominância dos isômeros 9-cis,
11-trans e 10-trans, 12-cis), por cinco semanas.
Verificou-se uma redução de 50% no
peso do tecido adiposo dos animais alimentados com
CLA, quando comparados aos controles. Entretanto,
o peso corporal final foi semelhante, sugerindo
tanto aumento da massa magra, quanto redução
do tecido adiposo nos animais suplementados com
CLA8. Diferentes doses de CLA (0,00%, 0,25%; 0,50%; 0,75%;
e 1,00%) foram testadas em camundongos por doze
semanas. Verificou-se redução de tecido
adiposo dos animais tratados com doses acima de
0,50% e aumento da massa magra no grupo tratado
com 1,00% de CLA9.
Outros experimentos com camundongos de variedades
genéticas específicas mostraram mudanças
similares e positivas na composição
corporal após tratamento com doses de 0,5%
a 1,0% de CLA7,10,11. A redução de tecido adiposo subseqüente
à alimentação com CLA em camundongos
tem sido verificada em dietas com diferentes níveis
de lipídios, 45,0%8,9,12 e 15,0%12 das calorias
totais. Enquanto alguns trabalhos verificaram não
haver mudança na quantidade total da dieta
consumida por camundongos alimentados com CLA8,9,
outros verificaram uma redução significativa
no total de calorias consumidas após a utilização
do mesmo10. O CLA parece não produzir resultados idênticos
em todos os modelos animais. Ratos suplementados
com 0,5% de CLA apresentaram redução
modesta (15,0% a 25,0%), porém mais rápida
(sete dias), do tecido adiposo13, ao passo que em
camundongos essa redução pareceu ser
maior (50,0% a 80,0%) porém mais lenta13,14.
Ainda não é claro por que ratos são
menos responsivos do que camundongos aos efeitos
do CLA no tecido adiposo. Entretanto, postula-se
que o decréscimo no tecido adiposo de animais
tratados com CLA seja devido à redução
no tamanho das células, e não no número7,10,15.
De qualquer forma, já se sabe que dentre
os diferentes isômeros do CLA, o 10-trans,
12-cis é o que tem maior influência
sobre as mudanças na composição
corporal em animais15.
Estudos com humanos
Comparados à quantidade de estudos conduzidos
em modelos animais que investigaram mudanças
na composição corporal, trabalhos
em humanos ainda são limitados e discordantes.
Porém, algumas evidências sugerem que
a suplementação de CLA talvez possa
gerar mudanças favoráveis na composição
corporal de algumas pessoas14.
Em um estudo randomizado e duplo-cego, 80 indivíduos
obesos participaram de um programa para perda de
peso, com dieta hipocalórica contendo ou
não CLA (2,7g/dia) e exercício físico,
por seis meses. Não houve diferença
na perda de peso e tecido adiposo entre os grupos,
apesar de ter sido detectada uma tendência
de maior ganho de massa magra e perda de tecido
adiposo em alguns indivíduos no grupo tratado
com CLA16. Entretanto, por estarem os indivíduos
utilizando dieta hipocalórica e fazendo atividade
física, torna-se difícil a interpretação
dos resultados, já que tanto a dieta quanto
a atividade física interferem no metabolismo
energético e na composição
corporal. Zambell et al.17 não verificaram mudanças
na composição corporal, gasto energético,
quociente respiratório e taxa de oxidação
de lipídios em mulheres obesas (n=10), com
gordura corporal total de 31±1,5% que receberam
3g de CLA, mistura dos vários isômeros,
por 64 dias.
No estudo de Blankson et al.18, também randomizado
e duplo-cego, 60 voluntários com sobrepeso
ou obesidade (IMC entre 25 e 35kg/m2) receberam
uma dieta com 9g/dia de óleo de oliva (grupo
placebo), ou uma dieta com 1,7; 3,4; 5,1 ou 6,8g
de CLA/dia, por doze semanas, sendo os isômeros
predominantes o 9-cis, 11-trans e o 10-trans, 12-cis,
1:1. Verificou-se uma redução significativa
no tecido adiposo dos indivíduos que receberam
as doses de 3,4 (n=7) e 6,8 (n=10); e aumento da
massa magra somente no grupo que recebeu 6,8g de
CLA. Entretanto, como um treinamento físico
foi realizado conjuntamente com o uso do CLA, e
os níveis de atividade diferiram entre os
grupos, também não foi possível
avaliar se o efeito da modificação
na composição corporal foi devido
ao uso do CLA, do exercício, ou da combinação
dos dois fatores.
Todavia, em homens de meia idade (n=14) que apresentavam
obesidade andróide, a suplementação
de 4,2g de CLA/dia (9-cis, 11-trans e o 10-trans,
12-cis) reduziu a gordura sagital abdominal após
quatro semanas19. Porém, seria necessária
a utilização de um método mais
sensível, como a tomografia, que permite
discriminar os diferentes tecidos, especialmente
a gordura abdominal visceral da subcutânea,
para melhor avaliação do resultado. No estudo mais recente sobre o efeito do CLA na
composição corporal, o metabolismo
de 54 indivíduos obesos foi investigado em
processo de novo ganho de peso. Os autores acreditavam
que pelo fato de o CLA reduzir indiretamente a captação
de AG pelos adipócitos, pela redução
da atividade da LPL, assim como da dessaturase esteroil-CoA
(SCD), o que na verdade pode ocorrer é um
efeito bloqueador no ganho de tecido adiposo, e
não a sua redução pelo aumento
da lipólise, como se pensava até então.
Assim, primeiramente, os indivíduos (n=54)
foram submetidos a uma dieta restrita em caloria
(+900kcal) por três semanas, para que houvesse
perda de peso significativa. Posteriormente, foram
submetidos à suplementação
com CLA (1,8 ou 3,6g/dia) 9-cis, 11-trans e o 10-trans,
12-cis predominantemente, por treze semanas, verificando-se
então diminuição na recuperação
da gordura corporal pelo aumento da massa magra,
e conseqüentemente aumento no gasto energético
de repouso20.
A Tabela 1 resume os principais trabalhos com humanos
que relacionam a composição corporal
e efeitos do CLA.

Possíveis mecanismos de ação
do CLA relacionados à composição
corporal
Dentre as várias possibilidades de mecanismos
de ação do CLA, Park et al.7 verificaram
um aumento na atividade da lipase hormônio-sensível,
e conseqüentemente da lipólise em adipócitos,
acompanhado por uma maior oxidação
de AG tanto no músculo esquelético
quanto no tecido adiposo, pelo aumento também
da atividade da carnitina palmitoil-transferase
(CPT).
Os efeitos do CLA in vitro, de aumentar a lipólise
e reduzir a atividade da LPL7,21, foram posteriormente
confirmados também em camundongos6,12,15,21,
estando em concordância com aumento no gasto
energético e oxidação de lipídios
em animais. Essa ainda é a teoria predominante
quanto aos possíveis mecanismos de ação
do CLA sobre a composição corporal.
Outras teorias também têm sido propostas.
Segundo Bjorntorp22, os adipócitos da gordura
abdominal visceral de homens obesos parecem ter
maior habilidade de mobilização do
que os adipócitos da gordura subcutânea,
em resposta às catecolaminas. Assim, uma
hipótese das ações do CLA na
composição corporal seria a indução
da lipólise pelas catecolaminas, como demonstrado
por Park et al.7 in vitro, o que poderia causar
redução seletiva de gordura visceral,
e indiretamente da gordura abdominal sagital, como
verificado por Riserus et al.19. Essa teoria também
poderia, em parte, explicar um efeito diferenciado
do CLA, sendo mais pronunciado em homens obesos
(predominância de obesidade andróide)
do que em mulheres obesas (preferencialmente obesidade
ginóide). Tem sido postulado ainda que a inibição
do crescimento de células epiteliais de mamíferos
pelo CLA está associada à apoptose
(morte celular programada)23, e à redução
do número de células em culturas de
pré-adipócitos24,25. Foi também
verificado aumento de cerca de quatro vezes na incidência
de apoptose na gordura retroperitoneal em camundongos
tratados com 2% de CLA após cinco ou catorze
dias26. O possível efeito termogênico do CLA
tem sido relacionado à indução
na expressão gênica de proteínas
desacopladoras (UCPs), verificada no tecido adiposo
marrom de ratos diabéticos (ZDF)27,28. Entretanto,
ao contrário do observado em ratos, esse
efeito é pouco expressivo em humanos29. Adicionalmente, algumas evidências mostraram
que vários isômeros do CLA têm
afinidade de ligação aos receptores
de ativação e proliferação
peroxissomal (PPARs), fatores de transcrição
que controlam a betaoxidação, as vias
de transporte dos AGs, e diferenciação
de adipócitos30. Tal afinidade parece ocorrer
especialmente com o PPARa31, que está envolvido
diretamente com a manutenção da homeostase
lipídica, e possivelmente, também
com o PPARy32, que induz a expressão gênica
das isoformas das UCPs-2 tanto no músculo
esquelético quanto no tecido adiposo marrom33.
A Tabela 2 apresenta alguns mecanismos de ação
do CLA propostos em estudos de cultura de células
ou em animais, relacionados à composição
corporal. Os possíveis mecanismos de ação
do CLA relacionados à composição
corporal estão também apresentados
nas Figuras 1 e 2.


Considerações
sobre o uso do CLA e seus efeitos na composição
corporal
Em animais, já foi demonstrado
que o isômero 10-trans, 12-cis, dentre os
vários isômeros do CLA, é o
que tem maior influência em modular ações
relacionadas a mudanças na composição
corporal15. Entretanto, em humanos, ainda é
cedo para afirmar que exista um isômero com
maior efeito específico, pois, na maioria
dos estudos já conduzidos, utilizou-se uma
mistura de isômeros17 ou os dois isômeros
predominantes (9-cis, 11-trans e o 10-trans, 12-cis)
na mesma proporção18-20.
Especialmente em camundongos, o
CLA parece afetar substancialmente a composição
corporal pela redução de tecido adiposo,
porém de forma mais lenta do que em ratos13,14.
Ainda não existem comprovações
científicas de que a suplementação
com CLA reduza o peso corporal ou o índice
de massa corporal em humanos, porém algum
efeito relacionado à redução
do tecido adiposo parece ocorrer com doses acima
de 3g de CLA por dia, especialmente na região
abdominal de homens obesos, e no tecido muscular
esquelético19.
Existem alguns indícios
de que indivíduos pós-obesos, em novo
ganho de peso, sejam mais suscetíveis aos
efeitos do CLA do que os de peso estável20;
assim como homens obesos em relação
a mulheres obesas. Contudo, essas suposições
ainda são inconsistentes devido à
grande variabilidade nos delineamentos experimentais,
especialmente quanto à dose, ao tipo de isômero(s)
usado(s), e ao tempo de intervenção. Também o uso de diferentes
métodos para a avaliação da
composição corporal pode contribuir
negativamente para a comparação entre
estudos. Entretanto, segundo Riserus et al.34, a
ausência de resultados positivos do CLA em
reduzir tecido adiposo pode estar mais associada
ao número reduzido de participantes em estudos
com humanos do que a erros relacionados aos métodos
de avaliação da composição
corporal.
É importante ressaltar
ainda que alguns efeitos indesejáveis relacionados
ao uso do CLA foram encontrados tanto em estudos
com humanos quanto em animais, como aumento da resistência
à insulina11,35, aumento da glicose e insulina
de jejum35; elevação da peroxidação
lipídica34, redução da HDL-colesterol
em indivíduos com síndrome metabólica
(dislipidemia, hiper-tensão) tratados com
o isômero 10-trans, 12-cis36.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
Muitas dúvidas ainda permanecem
com relação aos reais efeitos do CLA
na modificação da composição
corporal em humanos. Assim, faz-se necessário
o desenvolvimento de mais pesquisas que, entre outras
coisas, avaliem separadamente os efeitos dos dois
principais isômeros do CLA em humanos, e também
estudos incluindo medidas de atividade enzimática,
como, por exemplo, carnitina palmitoiltransferase,
lipase lipoprotéica e lipase hormônio
sensível, a fim de esclarecer os reais mecanismos
de ação do CLA, e para uma melhor
avaliação da hipótese de aumento
da lipólise e/ou redução da
lipogênese. Assim será possível
avaliar melhor os efeitos desses AGs no metabolismo
energético em humanos, para que então
possam ser usados com segurança e eficiência
nas prescrições relacionadas à
melhoria da composição corporal e
como agente anti-obesidade.
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Fonte: Publicado na Revista de Nutrição
v.18 n.3 Campinas maio/jun. 2005
Durante muito tempo as pessoas discutiram a chamada “zona
queima-gordura” para se referir a um umbral de intensidades no qual a
taxa de perda de gordura é prioridade e a mais alta possível. Mas isso
existe ou é um mito? Revelamos o melhor segredo para perder peso.
O ritmo
para queimar gordura é muito suave ainda que a contribuição dos
carboidratos como forma de produzir energia é muito elevada. Portanto,
você primeiro queima o estoque de carboidratos para depois atingir as
gorduras. Na medida que você aumenta a intensidade a gordura queimada do
total de calorias passa de 85% para 60% quando você se move a cerca de
65% de seu VO2 Máximo e baixa ainda mais, para 30% de gordura queimada
do total quando você atinge um ritmo de 85% de seu VO2 máximo (mais ou
menos o ritmo de competição de uma prova de 10 km).
Mas o que você
prefere: ter 85% dos bens de um homem sem posses ou 30% dos bens do
homem mais rico do mundo? É essa relação de custo benefício que você
deve ter em conta. Tenha em mente também que esses números variam de
pessoa para pessoa. Cada organismo reage de uma maneira.
Veja o
exemplo e como a queima de gordura pode ser mais efetiva, sob o ponto de
vista do maior consumo calórico, ou seja correr a 85% de seu VO2
máximo, mais rápido. Esse valor supõe que você perca 0.3 Kcal por kg e
por minuto, como pode ver na tabela (esquerda).
Exemplo
Uma pessoa de 80 kg, em 45 minutos de exercício, na intensidade de 85%, consumirá: 0.3 x 80 x 45 = 1.080 Kcal
Uma pessoa de 80 kg, em 45 minutos de exercício, na intensidade de 85%, consumirá: 0.3 x 80 x 45 = 1.080 Kcal
Já
uma pessoa, do mesmo padrão físico, a 65% de intensidade, consumirá
cerca de 0.23 kcal/kg/minuto. Portanto temos a fórmula: 45’, 0.23 x 80 x
45 = 828 Kcal totais. Em uma intensidade baixa de 25% do VO2 máximo,
por exemplo, você consumirá muito mais gordura, porém, só isso: 0.1 Kcal
por kg e minuto, ou seja, em 45’ gastará 0.1 x 80 x 45 = 360 Kcal.
Fonte: http://www.runners.es/
contato:
email:lucianofisiol@gmail.com
facebook: luciano sousa lucianosousa
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